Cuiabá - MT, 14/08/2022 às 07:35 hs

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você sabia? | História do Guaraná Antarctica

A história do segundo refrigerante mais vendido no Brasil data da década de 1920. Por ser um produto natural, o guaraná logo chamou atenção do público.
Propagandas - nem sempre verdadeiras - tomavam os jornais. Falava-se dos “poderes” do guaraná, fruta vermelha de origem indígena.
Os relatos contados pelos nativos impressionavam: "guaraná diminui o apetite, aumenta a resistência física, dá mais disposição e até emagrece." ...

Como a Cola-Cola ainda não havia chegado ao Brasil, em 1921, a fábrica Companhia Antarctica Paulista competia apenas com rivais ainda pouco fixas no mercado.
A qualidade do produto e sabor únicos ajudaram a conquistar um grupo fiel de consumidores. Propagandas em jornais de grande circulação foram também fundamentais.
Naquele tempo, o nome do refrigerante era Guaraná Champagne Antarctica, pois tinha muita espuma e se assemelhava à bebida alcoólica.
A fábrica localizava-se em São Paulo e "importava" o fruto do Amazonas. Isso elevava o custo e, por vezes, impossibilitava a produção, já que algumas cargas se perdiam pelo caminho.
As vendas aumentavam a cada dia. Era preciso resolver o problema.

Segunda fábrica, na "Terra do Guaraná"
Maués, histórica produtora e distribuidora do fruto desde o século XVII foi o local escolhido pela Antarctica. A filial da indústria no Amazonas foi construída na cidade, no ano de 1962, para produzir extrato na região e enviá-lo pronto a São Paulo para ser então distribuído. A economia do município, o oitavo maior do Amazonas, com pouco mais de 50 mil habitantes, gira até hoje em torno da empresa. Além disso, anualmente é realizada a festa do guaraná na cidade, que atrai turistas do país todo.

Estudos e otimização da produção
Para garantir padrão elevado nos produtos e baixo preço de venda, a Antarctica passou a produzir seu próprio fruto de guaraná e não mais comprá-lo de produtores locais.
A empresa adquiriu territórios e fez contratos com agricultores do Norte do país para plantarem o guaraná dentro dos novos padrões exigidos pela Antarctica. O tipo de solo, os principais parasitas, o clima, a distância entre uma árvore e outra, tudo foi objeto de estudo e repassado aos fornecedores. Um laboratório foi montado em uma fazenda ao redor de Maués-AM, onde a fazenda produz pesquisas na área até hoje.

Crescimento e venda para a Ambev
Em 1996, o produto passa a ser engarrafado no exterior. China, Estados Unidos, Japão, Portugal são alguns dos países. Em 2002, a Ambev adquire a empresa e altera o nome para Guaraná Antarctica. No Brasil, a empresa é dona de mais de 35% do mercado do produto, sendo a líder.  Atualmente o Guaraná Antarctica está entre as 15 marcas de refrigerante mais vendidas do mundo e são consumidos mais de 2 milhões de litros do refrigerante por dia.

Curiosidades
A venda do Guaraná em embalagens pequenas, com menos de 200 ml, foi também outro fator que alavancou o sucesso do produto, já que era um modelo inédito no Brasil.
A árvore de guaraná não passa de 3 metros de altura, possui folhas verde escuras e dá cachos da frutinha vermelha a partir dos 5 anos de idade, alcançando até 40 anos de produção antes de morrer.
O Guarana Antarctica é a marca brasileira que tem o maior número de “curtir” no Facebook, totalizando mais de 6,5 milhões de cliques!
A marca é  engajada com o meio-ambiente e é uma das que mais fazem campanhas contra o desmatamento e contra extinção de animais silvestres, o que lhe rende grande destaque na mídia.

fonte: desinformando

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